Matriz São Paulo: (11) 3649.5555Filial Sul: (47) 3343.7522Filial Nordeste: (81) 3538.0730Seleção e Aplicação de Máscaras. Fatores para considerar na escolha de máscaras.SELEÇÃO E APLICAÇÃO DE MÁSCARAS CIRÚRGICAS: A primeira finalidade da máscara cirúrgica é a redução da contaminação do paciente e dos microorganismos por ele gerado. Máscaras cirúrgicas resistem aos fluídos e também reduzem a exposição de sangue e outros materiais infecciosos, identificados como causa ocupacional de doenças em profissionais de saúde. O objetivo deste documento é rever a relevância da seleção e aplicação da máscara cirúrgica. Essa análise inclui diferenças entre máscaras cirúrgicas e respiradores e a aplicação das máscaras no EPI. Além do mais, análises relatam que máscaras cirúrgicas sofreram testes para avaliação da Eficiência de Filtragem Bacteriana (EFB) e de resistência de fluídos. Por último,uma ordem de procedimentos é apresentado para ajudar você a selecionar um produto apropiado baseado na sua aplicação. MÁSCARA CIRÚRGICA - HISTÓRICO A máscara cirúrgica é parte integral da OR,e existe desde 1897 e foi introduzida por von Mikulicz. Por cem anos, a máscara cirúrgica tem sido usada para ajudar na redução das infecções resultantes da contaminação bacteriológica referente a OR. Máscaras foram desenvolvidas para conter e filtrar microorganismos expelidos da boca e região nasofaríngea durante a conversação e respiração.As cirúrgicas foram fabricadas com linha ou musseline bem entrelaçado para cobrir o nariz e/ou a boca. Esse material deve ter alguma capacidade de filtração, mas as primeiras máscaras redirecionavam o ar exalado pelas laterais. Por volta dos anos 60, a primeira geração de material sintético foi produzida, gerando uma nova geração de máscaras cirúrgicas descartáveis com comprovada eficiência de filtração.Em 1978, foi publicado uma análise de casos de hepatite B em profissionais de saúde comparados com a prevalência de hepatite B na população em geral. Desta vez foi observado com mais frequência a rotina de exposição do profissional de saúde ao sangue ou outro fluído corporal potencialmente infeccioso. Em resposta a esta publicação concernente aos patógenos do sangue, incluindo HIV, precauções universais foram propostas pelo centro de controle e prevenção de doenças (CDC) e implantado padrões de vigilância em muitos estabelecimentos de saúde. Os procedimentos de precauções universais incluem o uso de barreiras para reduzir a exposição de membranas (mucosas) juntamente com a quebra do contato da pele com os fluídos corporais.Máscaras fluído resistentes são consideradas equipamento de proteção pessoal e são um tipo de barreira. Em 1991, a segurança ocupacional e a administração de saúde (OSHA) concluiu os padrões para patógenos sanguíneos-Regra final (BBPS): requerimento de máscaras faciais que previnam o contato com sangue ou outros fluídos corporais potencialmente infectantes, que penetrariam em condições normais de uso, para ser vestida por todos profissionais de saúde quando em situações de exposição.A BBPS é a primeira regulamentação exigindo a máscara cirúrgica para proporcionar alguma proteção ao usuário. Mais recentemente, a descoberta do DNA viral no faixo de laser, o aumento da incidência de tuberculose, a identificação da multi droga resistente M.tuberculosis (MDR-T13), junto com o interesse sobre risco de contaminação aérea, fez com que fosse preciso o uso de máscara cirúrgica para maior proteção do paciente em relação aos microorganismos exalados. Contudo, padrões de máscaras cirúrgicas não são designados para proporcionar proteção respiratória ao usuário.